mudanças pós pandemia no varejo

Mudanças pós pandemia no varejo: saiba quais são elas!

Não há como passar por uma pandemia como a de Covid-19  e não imaginar o estremecimento das estruturas de tudo o que ficou após a passagem desse modelo.

No varejo não foi diferente. Seja no modo de vender, no modo de comprar, cada varejo sentiu de uma forma diferente, mas, decerto, houve muitas tendências e preocupações iguais.

Ao considerar esse contexto, é válido entender as mudanças pós pandemia no varejo, quais são elas, quais são as tendências. E também as expectativas para a venda no varejo nos anos que seguem.

Assim sendo, se você tem um varejo que deseja atualizar ou mesmo entender sobre as novas tendências de mercado para essa área, não deixe de conferir nosso artigo. Boa leitura!

Mudanças com a pandemia de coronavírus: quais foram os desafios?

Com a crise de coronavírus, muito se colocou em cheque. Diversas portas se fecharam, foi preciso seguir várias orientações do protocolo de saúde e o futuro de muitos varejos também tornou-se um questionamento relevante no debate do comércio.

Afinal, certamente, a limitação do número de pessoas, a obrigatoriedade da máscara e uso de higienizantes para diminuir as chances de propagação do vírus poderia limitar, como limitou, diversos comércios.

A realidade é que ao final do mês, as contas de muitos empreendimentos não batiam e a concessão de crédito foi a solução para muitos. Aqueles com maiores reservas e novas maneiras de se reinventar tiveram destaque e sofreram com a crise sanitária de Covid-19 de maneira menos expressiva.  

Houve mudanças no comportamento dos consumidores e como será isso no pós pandemia para o varejo ?

Após quase 2 anos de pandemia, distanciamento social e uso de máscara de proteção, é possível dizer que sim: houve mudança no comportamento dos consumidores.

Querendo ou não, essas ações impactam socialmente e no agir das pessoas, então os consumidores não seriam uma exceção.

Muitas pessoas se preocupavam com a própria segurança, saúde mental e física dentro de casa, além de adquirir novos hábitos no ato de compra, na escolha dos produtos e até mesmo na quantidade de compra.

Afinal, é válido ressaltar que além do aspecto sanitário, a pandemia impactou diretamente o âmbito econômico. Mas também no âmbito financeiro dos consumidores. Muitas pessoas passaram a pagar menos por um mesmo produto de marca inferior e segurar as compras inicialmente.

Entretanto, depois disso, foi possível acompanhar um crescimento expressivo do comércio eletrônico no Brasil e no mundo e o setor varejista foi o primeiro a se dar bem. Segundo os dados do Valor Investe, em 2020, foram R$ 100 bilhões movimentados pelo setor varejista apenas no Brasil de maneira presencial. 

Já através do comércio eletrônico, foi possível perceber um aumento de 87% em outubro de 2020 com relação ao mesmo período do ano anterior. Esses são dados do indicador SpendingPulse, da Mastercard.

Desde então o e-commerce vem ascendendo e tem sido aposta para diversos setores, e não apenas o varejista.

Quais são as novas tendências do mercado?

Ao considerar a ascensão do uso de canais digitais para fazer compras e ao analisar os índices de crescimento do e-commerce e projeção de alta de 39%, segundo o Monitor Mercantil, para e-commerce no Brasil até 2022, é possível pensar sim nessa modalidade como uma nova tendência.

Com a pandemia, comprar online se tornou viável devido à possibilidade de adquirir produtos sem precisar deixar o isolamento social. Contato, conforme o tempo foi passando e a população conhecendo as plataformas digitais, os métodos e suas vantagens, a compra digital se tornou um hábito!

Trata-se de uma nova maneira de fazer compras, obter benefícios, produtos, bem como serviços. O e-commerce passou a ser cada vez mais confiável. Além disso, sua credibilidade se une à praticidade, e até mesmo economia em diversas situações.

Como o setor varejista pode se adaptar a essa ascensão do e-commerce?

Como visto, o setor varejista se deu bem com relação a busca por opções de compra durante a pandemia. Mas esse não precisa ser o único período de oportunismo do setor.

Na realidade, é indispensável se adaptar às novas tendências de mercado. Assim sendo, se o e-commerce mostra-se como uma solução crescente, os comerciantes e varejistas devem passar a aderir as metodologias para vender de maneira digital e atender o público que deseja comprar dessa maneira.

Quanto mais rápido for a adaptação, maiores são as chances de vender mais e contribuir com o aumento do índice de satisfação do cliente. Este, por sua vez, está diretamente atrelado às tendências de consumo e se um empreendimento atende a elas ou não.

Por isso, vale o equilíbrio entre os cuidados com a loja online, seja através da apresentação de produtos de maneira online ou até mesmo na loja física com cuidados com a comunicação visual e a importância de divulgar ofertas de forma correta.

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